quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Maioria dos jovens profissionais se sente pronta para ser chefe

Levantamento da Page Personnel constatou que a geração Y é ambiciosa, já que está interessada em assumir novos desafios.


A maioria dos jovens profissionais que estão na faixa dos 26 e 30 anos já se considera preparada para subir de posição, assumindo um desafio maior do que o atual. Segundo uma pesquisa da Page Personnel, 60% dos entrevistados respondem afirmativamente à pergunta: você se sente preparado para assumir esse desafio profissional imediatamente?

De acordo com o diretor de Marketing do Grupo Michael Page na América Latina, empresa ligada ao Page Personnel, Sergio Sabino, o resultado da pesquisa mostra que a maior parte dos profissionais da geração Y é ambiciosa, já que está interessada em assumir novos desafios no ambiente corporativo e ganhar uma equipe de gestão.

O espírito de liderança

A pesquisa, realizada no mês de agosto, mostrou que os jovens atribuem ao seu espírito de liderança o fato de estarem preparados para crescer. O bom relacionamento interpessoal também foi um aspecto bastante citado. Neste sentido, quando questionados a respeito das suas características, 83,3% responderam que esses dois aspectos justificam o fato de estarem preparados para o novo desafio.

Ter grande experiência na área de atuação também teve um alto nível de citações, de 75%. Já 50% dos entrevistados afirmaram que possuem excelente formação acadêmica, com idiomas, pós-graduação e MBAs. Outro aspecto que, segundo os jovens, justifica o fato de estarem preparados para subir de posição, foi sua visão holística e perfil empreendedor, citados por 41,7% dos 200 profissionais entrevistados.

Sabino também observou que essa constatação pode ser algo perigoso, já que existe um significativo distanciamento entre as expectativas desses jovens profissionais com as necessidades das organizações e os elementos que elas valorizam para promover um gestor.

No caso da liderança, característica mais citada entre os jovens, é algo que deve vir em conjunto com a experiência, já que é isso que realmente legitima a superioridade entre os pares dentro da organização. Outro ponto que Sabino observa é que a supervalorização do crescimento vertical faz com que o mercado perca muitos bons especialistas, em detrimento da promoção de gestores ruins.

E quem não está preparado?

Por outro lado, se 60% dos entrevistados se consideram prontos para subir, contra 40% dos que não se julgam aptos. Entre os que não se sentem preparados ainda, o levantamento mostrou quais as características que estes profissionais acreditam que precisam ter para assumir um desafio maior.

Em primeiro lugar, com 80% das citações, aparece aperfeiçoar a formação acadêmica, por meio de pós-graduação, MBAs ou mestrado; 55% das respostas foram acumular mais experiência em sua área de atuação, mesmo percentual de trabalhar um período no exterior.

Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/maioria-dos-jovens-profissionais-se-sente-pronta-para-ser-chefe/47757/

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

10 coisas que você pode fazer para ganhar mais tempo no seu dia

Hábitos básicos como utilizar a agenda de forma plena e trabalhar num espaço organizado podem fazer toda a diferença.


Qualquer coisa que você puder fazer para melhorar sua organização fará diferença para a melhoria da sua produtividade, melhor gerenciamento do seu tempo e também para a proteção do seu bolso.

Hábitos básicos como utilizar a agenda de forma plena, usar um sistema de arquivos com classificação adequada, trabalhar num espaço organizado, ter o costume de planejar o trabalho e as tarefas ou ainda utilizar os recursos da tecnologia de forma eficiente podem fazer toda a diferença do mundo, para o seu tempo render mais.

Às vezes escuto as pessoas dizendo "preciso me organizar melhor. Quando tiver um tempo, vou fazer isso". Posso garantir uma coisa: este tempo nunca vai aparecer nem sobrar na sua programação. Ele precisa ser criado por você e isso depende apenas de uma atitude sua.

1. Acorde mais cedo

Coloque o alarme para 15 minutos mais cedo e adiante o seu dia.

2. Planeje o que vai vestir na noite anterior

Deixe a roupa separada e pronta para vestir. Você irá economizar bons minutos do seu dia.

3. Mantenha sua mesa de trabalho organizada

Saber onde estão seus papéis e documentos, e saber onde guardá-los vai economizar bastante tempo ao longo do seu dia. Deixar a mesa limpa e mantendo sobre ela apenas aquilo em que está trabalhando no momento vai ajudar você a manter o foco e terminar as tarefas mais rápido.

4. Mantenha seu computador organizado

Desktop limpo e com poucos ícones, pastas organizadas e arquivos nomeados corretamente ajudam bastante na hora de encontrar o que você precisa, economizando muito tempo ao longo do dia. Organizar as suas pastas de e-mails e manter a caixa de entrada sempre vazia é também fundamental para melhorar a sua produtividade no trabalho.

5. Utilize sua agenda e crie listas de memória

Não tente lembrar as coisas de cabeça. Isso vai aumentar o seu estresse e o risco de você esquecer coisas importantes, que podem gastar inutilmente o seu tempo.

6. Cozinhe o suficiente para 2 refeições

Quando for cozinhar e preparar seus alimentos, procure fazer uma porção maior, depois divida em dois e congele se necessário, economizando assim o tempo na próxima refeição.

7. Concentre suas chamadas telefônicas

Faça uma lista das ligações que tem que fazer, anotando os números de telefone e assuntos. Depois separe um tempo e faça todas as ligações em sequência. Isso economiza tempo e deixa seu dia mais organizado.

8. Planeje seu dia de trabalho

Ao final de cada dia planeje o dia seguinte. Realoque compromissos e tarefas na sua agenda e tenha claro o que irá fazer. Isso faz com que você vá para casa com a cabeça mais tranquila, economiza tempo e melhora sua produtividade. Lembre-se: uma hora de planejamento pode economizar até 10 horas de trabalho.

9. Aprenda a utilizar os recursos do seu smartphone

Utilizar a agenda (calendário), o bloco de anotações, o GPS e tantos outros aplicativos de produtividade pode fazer uma incrível diferença na hora de administrar suas tarefas e atividades, dando a você mais controle sobre o uso do seu tempo.

10. Faça as compras pela Internet

Depois de aprender a se organizar para isso e criar este hábito, esta tarefa será rápida e vai economizar muitas horas na sua semana.

Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/10-coisas-que-voce-pode-fazer-para-ganhar-mais-tempo-no-seu-dia/44315/

terça-feira, 6 de setembro de 2011

A geração Y e os desafios para os gestores de RH: um olhar sobre tempos velozes

As necessidades de mudanças e melhorias no sistema de gestão das empresas têm hoje influência direta da Geração Y. O desafio é equacionar dois perfis distintos: por um lado, o dos gestores, formados em outro ambiente profissional; e, por outro, o destes profissionais, impacientes e altamente motivados por desafios, criativos e com capacidade de inovação.

Este dilema é relevante ao levarmos em conta a participação deste público nas organizações em nosso país. Se no Reino Unido o número de pessoas acima dos 60 anos aumentará 17% até 2020, no Brasil ainda contamos com um crescimento demográfico que faz com que esta parte da população, nascida entre o início dos anos 80 e meados da década de 90, seja o contingente que mais cresça no mercado de trabalho pelos próximos 10 anos.

As empresas que desejam atingir alta performance devem levar esse fator em consideração e equacionar as características distintas entre seus talentos. Nesse sentido, a Accenture desenvolveu estudos que determinam alguns elementos-chave para auxiliar os gestores e o RH na entrega de valor e nas mudanças provocadas pela Geração Y:

1. Adapte-se: é preciso estimular mudanças para um novo ambiente, onde tudo tem que ser mais rápido, transparente e colaborativo.

2. Ofereça mais: o "Employee Value Proposition" (EVP) define o que a empresa oferece como atrativo aos seus potenciais colaboradores. No tocante à Geração Y, isto passa não só por fatores como salário, benefícios, bônus e carreira. A cultura, sustentabilidade e flexibilidade são tão ou mais importantes para este grupo na hora da atração e retenção.

3. Abuse da tecnologia: o RH deve utilizar diferentes tecnologias e redes sociais nos seus processos de atração e gestão de talentos.

4. Desenvolva capacidades analíticas: com abordagens mais colaborativas, foque nos componentes analíticos e nos resultados do "triple bottom line": econômicos, sociais e ambientais.

5. Ofereça um caminho: ferramentas de treinamento e desenvolvimento de carreira, com construção de trilhas, que possibilitem maior autonomia do colaborador em relação ao seu desenvolvimento.

Vale destacar também que o aquecimento econômico nacional provocou mudanças na balança, que pende agora para o lado dos talentos. Afinal, as empresas precisam de profissionais para atender a demanda de setores como pré-sal, tecnologia e infraestrutura. Mais ainda, em um mundo conectado, as oportunidades não têm restrições físicas. Basta dizer que a Internet 3.0 está aí e que as pessoas têm a seu alcance amplas opções para definir seu caminho profissional.

Por fim, se a Geração Y pede pela revisão dos modelos tradicionais de gestão e das práticas do RH, o que dizer sobre a Geração Z - um público com ambições e velocidade ainda mais intensos. O RH de alta performance é, portanto, aquele que se vale da mudança como um benefício, sempre com um olho no presente - e, principalmente, no futuro.

Fonte: http://revistavocerh.abril.com.br/noticia/especiais/conteudo_634783.shtml

sábado, 3 de setembro de 2011

Empresas confundem feedback com avaliação de desempenho.

Prática não muito comum entre as corporações, o feedback é ferramenta mandatória para que a engrenagem de líderes e liderados funcione em harmonia. Ou deveria ser, já que poucas empresas entendem a importância de se dar um retorno frequente aos funcionários sobre suas tarefas e atitudes. A baixa aderência à prática do feedback pode ser explicada, entre várias razões, pela confusão que se faz entre feedback e avaliação de desempenho. “O primeiro deve ser frequente, em todas as direções, pode ser mais informal e deve ser utilizado como uma ferramenta para o segundo, que é um processo estruturado, formalizado, que acontece de tempos em tempos na companhia”, explica Rosana Rodrigues, consultora sênior da doers, especializada em gestão de capital humano.

Na prática, isso significa que o feedback deve ser usado para que não haja surpresas na avaliação de desempenho. Afinal, dar retornos frequentes é uma forma de corrigir rotas equivocadas e confirmar acertos ao longo da jornada, e não apenas em momentos pontuais. “Não são raros os casos em que um funcionário é mal avaliado sem saber que sua performance não estava agradando. Essa situação é desconfortável, injusta e desestimulante”, pondera Rosana.

O desafio para os gestores, especialmente os de Recursos Humanos, é introduzir o feedback como uma prática da corporação, fazendo dele algo inerente à cultura da empresa, para que a sua implementação não dependa do hábito de um ou outro líder. “É preciso que a prática seja incorporada no dia a dia como qualquer outro processo. Deve ser algo natural, orgânico, que permeie as ações dos indivíduos sem mesmo que eles percebam”, explica Rogério Leme, consultor especializado em gestão de pessoas.

Assim, o processo deve envolver as duas partes: líderes e liderados. Para os gestores, é importante deixar claro que feedback não é sobre resultados, mas sobre comportamentos. “A prática inevitavelmente passa pelo resultado, mas ele não é prioritário. O foco devem ser os caminhos que a pessoa tomou, as atitudes e comportamentos que o fizeram chegar lá”, afirma Leme. Ele chama atenção para a necessidade de uma conversa objetiva, ainda que o feedback, por natureza, seja subjetivo. “É preciso dar exemplos e justificar com fatos concretos para mitigar o risco de transformar uma dinâmica rica em ‘achismo’”, completa.

Para os colaboradores, é importante deixar claro que não se trata de um ataque pessoal, mas uma maneira de contribuir para o seu desenvolvimento. “Se o profissional não sair desse encontro refletindo sobre si mesmo, o feedback não terá sido proveitoso”, atesta Rosana. A consultora apontando os principais erros dos dois agentes: ao darfeedback, é comum incorrer em julgamentos superficiais, sem consistência e descontextualizados. Para quem recebe, o equívoco maior é estar armado demais, não ouvir o que está sendo dito e, assim, desperdiçar informações valiosas para o aprimoramento contínuo na trajetória profissional.

Um bom feedback...

... não deve ser dado apenas após um ciclo de avaliação promovido por sua empresa. Trata-se de um aspecto cultural, devendo, portanto, ser utilizado no dia a dia.

... exige preparação. O momento do feedback demanda análise prévia e contextualizada dos fatos com intuito de evitar distorções no discurso e garantirmos o entendimento da mensagem a ser transmitida.

...requer investigação profunda dos fatos. Para isso utilize a técnica do “por que do por que”.

... é uma via de mão dupla. Deixe o receptor apresentar sua versão para os fatos e em seguida, peça sugestões para a reversão do cenário diagnosticado.

... precisa ter continuidade. Empenhe tudo o que for acordado de maneira formal, por meio de um “Plano de Ação”.

...pressupõe monitoramento. Acompanhe de perto as ações acordadas.

Fonte: Canal RH - por Lucas Toyama

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

90% dos jovens da geração Y seguem marcas pela internet

Já faz um tempo que a geração Y – jovens nascidos na década de 1980, com afinidades em tecnologia, internet, bem-informados e outros atributos relacionados à nossa contemporaneidade – vem ditando as regras das estratégias de boa parte das empresas. Seja porque esse grupo é uma grande parcela do poder consumidor atual, seja porque muitos dos seus membros são a força motriz dessas companhias.

Outra coisa que não para de surgir de tempos em tempos são pesquisas tentando mapear o que esses jovens hiper-conectados pensam. Algo que foi descoberto com esse interesse em dissecar a geração Y foi que ela é muito ligada a marcas. A L2 Think Tank, organização que fomenta discussões sobre marketing, entrevistou 535 jovens desse grupo, com idade média de 27 anos e descobriu, por exemplo, que 90% dizem seguir alguma marca pela internet. Isso comprova mais ainda o poder de colocar sua empresa nas redes sociais.

Abaixo você confere um vídeo – bem divertido e com uma ótima trilha sonora - que mostra mais alguns dos resultados dessa pesquisa, como as principais marcas desejadas pelos entrevistados, suas séries favoritas, aplicativos mais usados e tudo isso dividido por sexo. Para baixar o resultado completo da pesquisa, clique aqui.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Quadrinhos para empreendedores

As seções de quadrinhos das livrarias norte-americanas prometem ganhar a atenção de empreendedores e executivos nos próximos meses. Adorados por crianças e adolescentes geeks, os famosos livros ilustrados deverão fazer a cabeça de homens e mulheres interessados no crescimento de seus negócios.

Isso porque uma parceria entre as editoras Round Table Companies e Smarter Comics colocará no mercado seis títulos clássicos de negócios em formato de historinhas. O objetivo é facilitar a leitura e a compreensão das mensagens contidas nos textos originais. A notícia foi publicada esta semana pelo site da revista Inc.

Entre os livros que ganharão versão ilustrada estão “Como Ser um Grande Vendedor”, de Tom Hopkins, e “A Arte da Guerra”, de Sun Tzu. Ao contrário da maioria dos quadrinhos, estes lançamentos não terão heróis como protagonistas, mas reproduzirão situações cotidianas que exemplifiquem, por meio de diálogos, os capítulos dos livros.

As publicações terão, no máximo, 50 páginas e, além das livrarias tradicionais ou especializadas em quadrinhos, ganharão versões digitais para iPads e iPhones.

Segundo Corey Michael Blake, presidente da Round Table Companies, existe neste empreendimento uma grande chance dos livros de negócios atraírem a atenção de jovens que, por enquanto, passam bem longe das prateleiras lotadas de títulos de marketing, vendas e MBA’s. “Deveremos também formar futuros empreendedores”, ele aposta.

Fonte: Papo Empreendedor.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Mantenha a falta de motivação longe de você

Muitos profissionais, por mais que gostem das atividades que exercem, com o passar do tempo podem apresentar sinais claros de falta de motivação no ambiente de trabalho. Quando isso ocorre, não significa obrigatoriamente que chegou a hora de procurar uma nova colocação no mercado, nem tampouco "pendurar as chuteiras", mas sim de rever alguns comportamentos pessoais que talvez contribuam com uma situação torne-se passageira. Vejamos, então, alguns fatores comportamentais que interferem negativamente na vida do funcionário.

1 - "Eu não sou capaz!". Talvez, essa seja uma das frases que mais contribui para uma situação que leva o profissional, assim que acordar, lamentar que precise ir para o trabalho. É notório que o dia a dia faz com que as pessoas precisem lidar com as inovações. E quando as mudanças chegam, há quem já pense que não será capaz de acompanhar o momento de inovação vivenciado pela organização. Por isso, prefira afirmar: "Eu sou capaz", antes de se sentir vencido.

2 - "Como fulano consegue ter uma ascensão tão rápida na empresa, enquanto não consigo nem um simples reconhecimento?". Quantas pessoas fazem questionamentos semelhantes todos os dias, quando olham para os seus colegas de trabalho? Ao invés disso, deveriam fazer uma autoavaliação e perguntaram a si: "O que posso fazer para sair da zona de conforto e não permanecer na mesmice?".

3 - Vibre com cada conquista sua, por mais simples que essa possa parecer. Se antes você sentia dificuldades em trabalhar com determinado recurso disponível na intranet da empresa, por exemplo, e agora isso é coisa do passado, comemore. Foque-se também na melhoria dos seus pontos fracos e a cada vitória, uma nova dose de motivação virá naturalmente.

4 - Lembre-se de que você não tem uma máquina do tempo, que o fará voltar aos melhores anos da sua existência. Isso vale tanto para a sua vida pessoal quanto profissional. E um lembrete: o tempo parece ser mais generoso para aqueles com visão de futuro. Para os que optam por ficar sentados com a "boca escancarada, cheia de dentes..." - como o saudoso Raul Seixas enfatizava na música "Ouro de Tolo", as oportunidades de melhoria não estão disponíveis em uma prateleira de supermercado, mas dependem muito da vontade e da confiança que cada pessoa tem no seu potencial.

5 - Há quem acredite que só têm valor para sua vida profissional os fatos que ocorrem fora dos portões da empresa em que atua, ou seja, na concorrência. Esse é um equívoco que pode ser fatal, uma vez que a sua realidade começa ao lado, exatamente onde estão os colegas de trabalho. Para não se sentir um "peixe fora d'água" e a falta de motivação comece a querer fazer parte do seu dia a dia, acompanhe as novidades que ocorrem no seu trabalho através dos emails institucionais, informativos impressos, murais, enfim, fique atento e acompanhe os canais internos de comunicação da organização.

6 - Como falamos em tempo, esse é um dos fatores que também interfere positiva ou negativamente na motivação do profissional. Isso dependerá de como cada um administra seu dia. Como exemplo, tomemos uma pessoa que precise realizar uma atividade em curto período e, para isso, é indispensável ter "em mãos" informações relevantes que foram arquivadas em alguma gaveta ou em uma "pasta" do seu computador. Caso não há uma organização no ambiente e nas ferramentas de trabalho, provavelmente as chances de finalizar a atividade com sucesso diminuirão. E caso ao término da atividade o feedback recebido não seja positivo, é provável que um sentimento de insatisfação, ou melhor, de falta de motivação, impeça o profissional de superar um novo desafio.

7 - Para aproveitar o "fio" deixado pelo feedback, vamos abrir espaço para a importância de saber dar e receber retorno sobre nosso desempenho. Isso porque é através desse processo que o profissional tem conhecimento tanto dos seus pontos fortes quanto dos que precisam ser trabalhados. Quando se recebe um feedback, é possível saber o que a empresa espera de você e quais os caminhos que é preciso "percorrer" para melhora sua performance. O resultado desse trabalho, certamente, influenciará na sua motivação e nas chances de ascensão interna.

8 - Caso o seu gestor ofereça abertura para o diálogo, peça para conversar com ele em um momento mais oportuno. Ou seja, não escolha um dia em que há várias reuniões ou em que ele precise revisar um relatório ou, então, que você esteja tenso seja qual for o motivo. Há situações em que uma boa conversa abre as portas para que o profissional receba novas oportunidades, mas que só surgiram porque ele tomou a iniciativa de falar com a pessoa certa.

9 - Não espere que as oportunidades batam à sua porta. Crie situações diferenciadas que contribuam para seu desenvolvimento: leia livros interessantes sejam didáticos ou não; veja filmes que abordem temáticas que lhe chamem a atenção e, algumas vezes, tente diversificar e assista também produções que escapam à sua rotina.

10 - Algumas vezes, a falta de motivação no ambiente de trabalho pode ser apenas um reflexo de algo que o próprio profissional ainda não se deu conta: ele esqueceu de que além da empresa é preciso ter espaço para vida pessoal. Isso não é luxo, mas sim necessário para aliviar as tensões vivenciadas. Caso contrário, o indivíduo entra no automático, fica "robotizado" e chega o momento em que a mente e o corpo pedem socorro.

Fonte: RH.com.br.